Pular para o conteúdo principal

Meu momento "Paola Bracho" em 2010 foi...



No natal quando eu joguei meu celular na cara do meu cunhado. Porque assim, quando ele chama meu namorado de corno sem ele ser e acaba gerando mais uma discórdia nesse mundo de meu deus, fico um pouco fora do sério.

Na moral, não fui Paola Bracho não. Ele mereceu. Mereceu um a surra inteira de celular. E não adiantou vir com a desculpa de "AH TAVA BEUDO". Não, meu filho. Isso não lhe cai bem porque até bêbada eu acho ter noção das coisas. Brincar dessa forma com o namorado da cunhada que não conhece, não é algo que digamos...seja saudável.

Eu vou explicar uma coisa: Eu viro o DEABO quando mexem com quem amo. Seja amigo, namorado, meu pai, meus dois irmãos e minha mãe (apesar de não nos darmos tão bem). Porque é fácil chamar meu namorado de corno e tentar ligar pra ele depois da besteira feita. Então, pela tentativa frustrada de parecer o TAL, o HOMENZARRÃO, joguei o celular na testa pra ver se ele morria de vez e o mundo teria menos um idiota solto pelas ruas se situava.

Não fui má. Fui justa.

___________________________________________________________________

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Aqui faz eco de tão vazio

     beleesss... okay, ando sumida. Geralmente venho aqui por dois motivos:  Estou fodidíssima da silva sauro; Estou me aventurando em algo que é totalmente "WHAT?!"     BOM... estou aqui pelo motivo dois que possivelmente me leve ao motivo 01, mas de uma maneira nem tão fodida assim.      Sim, estou mudando novamente, mais uma vez, de novo, o meu caminho. Essas horas que a gente pode culpar o signo, né? Pois é. Geminiana, prazer. Tô me lançando em algo que daqui uns dois dias provavelmente estarei com as duas mãos na cabeça gritando: "Vinhado, o que eu fiz com a minha vida?" Então logo em seguida lembrarei de Sartre e o existencialismo e repetirei: "o homem é arquiteto do próprio caminho", "o homem está condenado à liberdade" e "arque com as consequências de suas escolhas". Neste exato momento eu fico imensamente grata de ter feito psicologia e me consolo com as linhas existencial-fenomenológica e cognitivo-comp...

Dia dos professores

  Boa parte da gaylere deve saber que leciono espanhol em um pré-vestibular e portanto, isso me faz uma professora. Querendo ou não. Mas entrar nesse caminho me fez tomar certos rumos quanto minha futura profissão: NUNCA DAREI AULAS . Professores já têm seu lugar reservado no paraíso porque essa vida não é FACIO , Marco Luque. Eu que só dou aulas no sábado já tenho certa facilidade de adquirir a Síndrome de Burnout. O que seria isso, Brito Jr? Simpres: é algo que queima de fora para dentro, estressante, que quando agravada, o sujeito tornar-se depressivo (causas exógenas), anti-social, etc. A incidência de casos é maior nos docentes e em pessoas que lidam com público… Então né negada… VOL MORRER . Professores, olha, vocês merecem o mês inteiro de comemorações. Quando eu digo que não é fácil é porque não é mesmo. Além de darmos aula, temos que: 1. Controlar seres sobrenaturais, mais conhecido popularmente na fauna brasileira como: CAPETCHENAS. 2. Aguentar sua própria a...

Querido diário... não... Diário... não... OLAR

Faz tempo que não escrevo aqui, né? E toda vez prometo voltar e em seguida sumo e só apareço, sei lá... 3 anos depois. Mas é aquela, junta falta de tempo e a preguiça mental e acabo desistindo de escrever. Mas bora lá, estou um pouco enferrujada, mas seguirei escrevendo com toda a cara-de-pau que me é característico enquanto isso o pau tá torando na CPI . Passei mais de um ano no Brasil desde que começou a pandemia. Bom, chegou a hora voltar. Eu me tremo inteira porque é mais uma mudança, a faculdade a qual estudo, fode a saúde mental e qualquer tempo livre que eu tenha, voltarei a Cochabamba em meio a terceira onda. Preciso me tranquilizar porque já fui vacinada com a primeira dose PFIZER MAMI  e que já sou uma pessoa adulta de 30 anos e tenho que dar conta da minha vida, mesmo que não sobretempo na minha carga horária pra fazer almoço ou fazer aquele cocozito esperto. Fumando todos os meus cigarros mentais. Vou me tranquilizar.