Pular para o conteúdo principal

Ainda estou viva...



Primeiramente quero pedir desculpa aos meus leitores desocupados, ociosos, isentos e lazarentos maravilhosos, pela falta de atualização do blog. Como vocês devem imaginar, como sempre minha situação só piora com o decorrer do tempo 3 meses sem calor humano, vestibular azarado, amigos pobres e distantes . O meu lado criativo foi comprar cigarro e não voltou até agora. Não me sinto bem em deixar a galere na mão: Vocês Plausivienses e o povo da Confraria. Principalmente meus monstrinhos do Mundo Plausível. O pessoal da Confrur não sente tanta falta de mim.

Segundamente, gostaria muito, muito, mas muito mesmo de agradecer os leitores dessa porcaria que me cobraram atualizações. E eu mais do que nunca, ADORO RECEBER COBRANÇAS! NOT. Apenas três para vocês que não sabem juntar as letrinhas, eu falei 3! animais reclamaram pela falta de postagens recentes. Pode não parecer muita coisa para vocês criaturinhas do brejo, but for me (joga no tradutor, creuzada!) significa bastante. Sim. Porque há um ano atrás ninguém lia porra nenhuma dos meus posts. Não me preocupo com o número de visitantes e sim com quem lê essas escrivinhaduras de verdade. É isso que me faz continuar escrevendo MENTCHYRA! Os comentários me deixam mais felish que pinto jogado no lixo de tanta felicidade que sinto ao lê-los (Valeu Helder, valeu Dinossauro!) Sandino, especialmente você que é meu leitor mais sacana e filho da puta fiel (eu acho... não conto com o B1 porque ele sumiu do mapa!) e que comenta sempre. Obrigada a todos os desocupados que tiram um tempinho para a cultura inútil daqui.

Mas Sara, pra quê um post tão emotivo você já não foi largada faz 3 meses ? Estou só explicando porque não estou atualizando o M.P., bando de pobre! Fatos antigos e não superados e acontecimentos recentes nada agradáveis resolveram se juntar e acabá cá minha vida. Não se preocupem, não sou suicida.

Até mais, povão!

Comentários

Postar um comentário

Soltem o verbo...

Postagens mais visitadas deste blog

Aqui faz eco de tão vazio

     beleesss... okay, ando sumida. Geralmente venho aqui por dois motivos:  Estou fodidíssima da silva sauro; Estou me aventurando em algo que é totalmente "WHAT?!"     BOM... estou aqui pelo motivo dois que possivelmente me leve ao motivo 01, mas de uma maneira nem tão fodida assim.      Sim, estou mudando novamente, mais uma vez, de novo, o meu caminho. Essas horas que a gente pode culpar o signo, né? Pois é. Geminiana, prazer. Tô me lançando em algo que daqui uns dois dias provavelmente estarei com as duas mãos na cabeça gritando: "Vinhado, o que eu fiz com a minha vida?" Então logo em seguida lembrarei de Sartre e o existencialismo e repetirei: "o homem é arquiteto do próprio caminho", "o homem está condenado à liberdade" e "arque com as consequências de suas escolhas". Neste exato momento eu fico imensamente grata de ter feito psicologia e me consolo com as linhas existencial-fenomenológica e cognitivo-comp...

Dia dos professores

  Boa parte da gaylere deve saber que leciono espanhol em um pré-vestibular e portanto, isso me faz uma professora. Querendo ou não. Mas entrar nesse caminho me fez tomar certos rumos quanto minha futura profissão: NUNCA DAREI AULAS . Professores já têm seu lugar reservado no paraíso porque essa vida não é FACIO , Marco Luque. Eu que só dou aulas no sábado já tenho certa facilidade de adquirir a Síndrome de Burnout. O que seria isso, Brito Jr? Simpres: é algo que queima de fora para dentro, estressante, que quando agravada, o sujeito tornar-se depressivo (causas exógenas), anti-social, etc. A incidência de casos é maior nos docentes e em pessoas que lidam com público… Então né negada… VOL MORRER . Professores, olha, vocês merecem o mês inteiro de comemorações. Quando eu digo que não é fácil é porque não é mesmo. Além de darmos aula, temos que: 1. Controlar seres sobrenaturais, mais conhecido popularmente na fauna brasileira como: CAPETCHENAS. 2. Aguentar sua própria a...

Desventuras em Série- A Perereca

Olha, eu sei que isso é um sapo e não uma perereca.        No primeiro dia em que cheguei na cidade, tive vontade de morrer por conta do meu apartamento. Dei aquela faxina maravilhosa e entre mortos e feridos umas 37 baratas que saíram em desespero quando joguei veneno no armário da pia, não resistiram e falaceram. Cogitei mil vezes pagar uma diária em um hotel daqui porque não suportava a idéia de dividir meus primeiros dias de independência com baratas.          But, big girls don’t cry, respirei e fiz a fergie. Encarei a noite no meu abafado, modesto e pobre cafofo. No segundo dia, o número de morte reduziu para 15 baratas e no terceiro, apenas cinco. Depois nunca mais tive problemas sérios com ela. Ou seja, acostumei-me com as antigas moradoras, OK. BRINKS... não dá pra fazer remake de Joe e as Baratas na vida real.          Pois bem, depois de semi me livrar das cascudinh...