Refletindo

by - sábado, dezembro 29, 2012

  Eu, por mim, morria bem morrida. Não passava desse ano. Quem começa o ano na merda, termina o ano na merda também.  Cansei mesmo de ser legal, de ser compreensiva, mas só darem o bastão da credibilidade pra outro alguém que tenha machucado muito a pessoa.

  E tô aqui, sábado de manhã, com uma ex stalkeadora, que eu sei fia que vc leu isso aqui de cabo a rabo, resmungando, chorando de tanta mágoa. E aguentei a minha vida todinha ser piada pra elite de colégio, sabe? por ser feia o suficiente pra ser motivo de zoação, pra ser empurrada de escada só pelo fato de ser divertido uma pessoa feia quicar em cada degrau.

  Agora eu tenho minha autonomia, uma beleza nem tanto melhorada, uma inteligência razoável e mesmo assim sou obrigada a ser objeto de escárnio? Não permito. O pouco sangue italiano que corre em minhas veias é responsável por eu não aceitar mais tudo que me degrine ou que me faça mal. Queria resolver as coisas como meus antepassados: máfia, pero no, resolvo cara-a-cara. sou direta mesmo.

  Não, não sou legal e nem faço questão de ser. Nunca fui. Sempre a bomba explode no meu rabo

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1 soltando o verbo

  1. Engraçado, Gacta... Sempre imaginei você como a mais popular e presunçosa do colégio.
    Manda todo mundo chupar um canavial de rôla, e vá ser feliz, sá linda :))

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Soltem o verbo...