Tem dias que eu fico pensando na vida… Parte 2

by - sábado, março 27, 2010

 

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Essa semana foi uma mega merda. Época de testes junto com minha péssima sorte não dá um bom resultado. Nossa! Um ser humano depois que entra em uma faculdade perde a dignidade e a vida. Definitivamente isso aqui virou meu bordão: “Não é fácil, viu!?” E olha que não é mesmo. A faculdade está me matando e a porra da minha vida pacata, sem graça e altamente fodida.

Já falei que a Televisa perde uma Maria do Bairro aqui no Acre. Falei da minha segunda-feira maravilhosa(NOOOOOOOT) e agora irei dissertar sobre o resto dessa semana fdp. Tive uma puta de uma prova de lascar. Gente, era muita informação e pouco tempo para passar as idéias para o papel. O que eu fiz? Me fodi. O que é natural. Cheguei em casa com a cabeça cheia. Mooorta.

Na quarta, o Don Juan que eu estava envolvida veio aqui em casa para que eu acabasse com esse nosso relacionamento sem vergonha. O que fiz? Chorei. Na frente dele, beijos. Porque olha, mulher é burra. Chorei porque fui burra. Burra? Idiota. Cara, passar tudo o que eu já passei para acabar nesse buraco sem fim. Sou uma grande filha de uma puta sem sorte. Fui para a faculdade aos trancos e barrancos querendo morrer. Entro no ônibus, sento e a mulher do meu lado solta uma grande, mas GRANDE mesmo, flatulência. Essa senhora devia estar em estado de putrefação há 10 anos. Nem Jesus explica a capacidade de um troço daquele feder tanto. Ela soltava e cantava ALTO. Minha senhora, soltar pum é como colocar silicone, não dá pra disfarçar. Principalmente quando sai aquele gás verde, tsá? Daí que eu cheguei tonta na faculdade. Morta, chorosa e fodida. O que não é novidade, né? Fui para biblioteca terminar um trabalho de cálculo (ENORME) em grupo. Tudo terminado. Eu e as meninas subimos correndo e desesperadas para chegar a tempo de fazer o teste. Na hora de entregar o trabalho, o professor simplesmente diz que não aceita. Chorava e tremia mais que um vibrador. Ao término da prova, fui refazer o trabalho nas benditas folhas de A4. Saí da faculdade quase 9 da noite, beijos.

Quinta… hahahah. Morri três vezes esse dia. Como já não bastasse eu ser desprezada no dia anterior, fui acusada de cola. Olha, ainda quero matar essa professora. Tipo, escorreguei da cadeira e minha amiga que estava sentada atrás riu e eu também. ALOCKA DA IDIOTA DA PROFESSORA:


-Ei!PAREM DE CONVERSAR AS DUAS! VOCÊ VENHA PRA CÁ!- Apontando pra mim.

- Mas professora…

-VENHA PRA CÁ!

- Mas professora…

-NÃO QUERO OUVIR NADA. VENHA PRA CÁ AGORA!

- CALMA AEW! AGORA ME ESCUTE: E-U N-Ã-O E-S-T-O-U C-O-L-A-N-D-O! pronto. – Peguei meus pertences e sentei na frente dela.

Só de ruim que eu sou, minhas respostas foram em forma de texto, com uma linguagem bem rebuscada. Todo mundo da sala ficou bélgico… e concordaram comigo: Bela idiotice. Sim, porque eu e a minha amiga somos umas das poucas que não precisamos de cola naquela sala. É mais fácil a gente passar, mas colar, nunca. Daí que ela se ferrou na sala de administração e serviço social. Alguém foi mais grosso que ela e a colocou no lugar merecido. A nega ainda vem com a desculpa: ‘Não. Eu estou grávida!’ E daí? Ela falou como queria comigo antes de saber se eu também estava passando por algum transtorno. E eu sou doente mental se eu tivesse algum problema psicológio, psiquiátrico ou mental? Humpff.

A prova de sexta… meu professor só disponibilizou a xérox na véspera dela. Ótimo. Estudar 26 páginas, onde uma divisão gerava uma subdivisão, que gerava mais outras e assim vai. Tive orgasmos ao ver o que teria que ler. Pero fui muito bem, obrigada. O dia foi melhorzinho superficialmente porque emocionalmente eu estava um lixo. E ainda estou.

 

Custa eu ter sorte algum dia nessa minha vida? Sério. Só pra não cair na rotina.

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1 soltando o verbo

  1. O pior do peido é que as pessoas que estão ao lado ficam com vergonha. Eu não to nem aí, se a pessoa sentar fedida ou peidar do meu lado, levanto e vou pro outro lado do ônibus, pra ver se a criatura toma vergonha na cara.

    bjs

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Soltem o verbo...